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Tatiane Manetti - Psicóloga

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Quando procurar um Psicólogo Infantil?
26/09/2018


Em que momento os pais podem procurar um Psicólogo Infantil?

Costumo dizer que a cada seis meses a criança precisa lidar com novos desafios, sendo que muitas vezes ela ainda não possui habilidades suficientes para adaptar-se. É neste momento que os pais devem estar atentos para toda e qualquer mudança em seu comportamento, pois é desta forma que eles sinalizam que algo não está bem.

Se você está na dúvida se deve ou não procurar um Psicólogo Infantil, descreverei alguns comportamentos observados na infância que podem indicar a necessidade de buscar ajuda profissional: dificuldade em dormir no próprio quarto, dificuldade em dividir, obedecer, seguir regras, ou se relacionar em grupo. Comportamentos marcados por agressões impulsivas para conseguir o que deseja, birras e “cenas” em locais públicos, tais como bater, morder, gritar, ou mesmo pelo retraimento social, são alguns dos comportamentos que podem ser manejados com as técnicas da terapia cognitiva.

Notem que não falei em nenhum diagnostico específico, pois na tenra idade, os comportamentos acima descritos são possíveis barreiras que dificultam o bom desenvolvimento social e emocional da criança.

Também poderão ocorrer alterações físicas como ficar doente com muita frequência, dificuldades com a alimentação, compulsão ou recusa alimentar, no controle intestinal, no sono... Tristeza; Agitação e falta de concentração; Ansiedade, medos específicos; Dificuldades de aprendizagem; Dificuldades na interação social, entre outros.

O trabalho do Psicólogo Infantil é realizado através de atividades lúdicas auxiliando a criança a expressar suas angústias, fantasias e sentimentos, bem como a desenvolver seus potenciais, lidar com as mudanças advindas de fatores externos e internos à criança de uma forma adaptativa e emocionalmente saudável.

Na prática das Terapias Cognitivas utilizamos recursos terapêuticos e técnicas adaptadas de acordo com a idade de cada criança e o motivo da consulta, sempre considerando as inúmeras variáveis que podem envolver a queixa, visando um processo terapêutico o mais eficaz possível!


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